As mulheres

As mulheres

As Mulheres, o conceito de feminilidade em psicanálise e de maneira geral,  para outras ciências reporta-se a um tema obscuro. Por esta razão e em consonância com a natureza peculiar da teoria, a psicanálise não tenta descrever ou situar o que quer uma mulher. Pois, seria esta, uma tarefa difícil de cumprir.

Mas se empenha em indagar como é que as mulheres se constitui, como esses indivíduos se desenvolvem e, isso se dá desde a criança dotada de disposição bissexual (FREUD, 1996, pg. 117). Sendo assim, a psicanálise freudiana caracterizada como marca própria da feminilidade, da destaque ao  embate entre a atividade e a passividade que se expressa numa relação de conflito, que ocorre desde o nascimento e perpassa por todos os estágios da vida . Tal conflito se condiciona a partir do lugar que a mulher ocupa na dinâmica parental.

AS MULHERES

Nas pesquisas freudianas não há relatos de um fechamento concreto que estruture a posição determinante do momento preciso de uma tomada de posse que designe a condição feminina. O que existe mais especificamente nas mulheres é uma bipolaridade que estará presente ao longo da vida em vários níveis, essa bipolaridade consiste no caráter de identificação com os traços que representam as características que fazem laços nas relações que este indivíduos iram manter com o outro.

De  um lado, a de lidar com a castração , de outro o descolamento da escolha de objeto amado, que se inicia na figura da mãe, num primeiro momento, para posteriormente buscar esse  objeto no mundo externo, como descreve Freud (1996) no texto Feminilidade.

O homem também experiência do modelo conflitivo que passa pela castração . Porém, do ponto de vista intrapsíquico é a menina que vivencia um romance com a mãe que também é mulher demarcando uma relação de homossexualidade desde sua formação mais arcaica. Observando por este anglo, pode perceber que há um furo no interdito que proíbe a permanência dessa relação, obrigando a menina a investir seu amor na figura do pai que, na dissolução do complexo de Édipo, também será barrado obrigando a mulher a eleger objetos externos para a concretização de sua demanda de amor.

A ruptura apontada por Freud, que instaura o modelo de escolha afetiva, bem como os modelos de relação que os indivíduos nessa fase irão manter com seus objetos, chama atenção para o papel do mecanismo que opera na feminilidade. Isso quer dizer que nada tem a ver com a anatomia que diferencia homens e mulheres, nem tão pouco compete as questões de gênero. A feminilidade na psicanalise é tratada como uma dinâmica psíquica que pode direcionar o sujeito do inconsciente no modo, como este atua em sua existência.

Sintomas Contemporâneos na Clínica Psicanalítica

Sintomas Contemporâneos na Clínica Psicanalítica

Prof. Dr. João Angelo Fantini

O chamado freudiano sempre foi de fazer a psicanálise do seu tempo. Longe das cristalizações acadêmicas ou das associações e facções, a psicanálise permanece na busca de entender os sintomas de cada época. Falar em sintomas contemporâneos, neste sentido, longe de tratar-se de uma maneira nova de ver a psicanálise, trata-se de repensar sempre a clínica a partir das condições sócio-históricas que se apresentam. Sintomas contemporâneos, assim, são o pensar não para uma “subjetividade” positivada no sujeito, mas pensar este sujeito como resultante das cadeias simbólicas para além dele e das quais ele é resultante.

Os sintomas encontrados na clínica atual não são aqueles que Freud encontrou na Viena de sua época já que os diagnósticos feitos à época levaram em conta o conhecimento acumulado pela psicanálise até então. A parte a obviedade desta afirmação, grande parte dos psicanalistas

pensam nosso tempo como um momento radical de reconstrução teórica e pratica. Para entender o termo Sintoma Contemporâneo ou Social é preciso ir além da definição de sintoma como experiência subjetiva, resultante da função paterna no complexo de Édipo, que fixa e caracteriza o gozo do sujeito: o sintoma social diz da entrada do sujeito no discurso social, isto é, na forma como se distribui o gozo nas relações sociais e quais as perspectivas, orientações e soluções para as quais estes comportamentos apontam.

Depressão, transtornos de ansiedade, toxicomanias, transtornos alimentares constituem o grosso da demanda psicoterápica atual, para a qual a psicanálise teria a oferecer um discurso – diferente em alguns casos e complementar em outros – ao discurso predominante de intervenção psiquiátrico com suporte nos medicamentos. O desafio da psicanálise continua a ser (como era na época de Freud), transformar uma prática de gozo em um sintoma analisável, isto é, tentar analisar/decompor/contrapor uma prática social repetitiva de gozo a uma saída que não seja narcísica, mas construtiva da perspectiva das sociedades.

O primeiro obstáculo relativamente consensual hoje é a substituição da sociedade de massas (tão bem teorizada pela Escola de Frankfurt) pela ‘multidão de Uns’. Traduzido em termos teóricos, trata-se da troca da relação com o Outro (da diferença da identificação resultante da castração simbólica) pela relação com o Um (a insígnia narcísica que marca/identifica anonimamente o sujeito a um grupo): o sintoma social contemporâneo, assim, funcionaria como uma homogeneidade sustentada pela promoção de um traço particular dos sujeitos.

Da perspectiva psicanalítica este estado de coisas tem relação com o declínio das formas de identificação inscritas na cultura (a função paterna) que sustentaria através do processo de castração simbólica, isto é, aquilo que o sujeito imaginariamente perde (narcisismo) para entrar no discurso social, nos ideais de construção social. Nesta linha, o processo de identificação vertical (a intervenção do grande Outro, a entidade que organiza a realidade por nós) é substituído pela identificação horizontal (a identificação com o Um, o gozo autístico, onde não há interferência dos ideais do Outro).

A ideia clássica de identificação carrega em si o conceito de transgressão, que pode grosseiramente ser reduzida a fórmula: qualquer desvio da norma (transgressão) gera alguma forma de segregação. Neste sentido, o Outro funciona como parâmetro de alteridade, ou seja, há uma “saída” identificatória: o sujeito pode fazer diferença do Outro. Assim, dizia Freud, o que une os homens em sociedade é sua mutua identificação como seres faltantes, como sujeitos que tiveram seu gozo narcísico (fusão com a mãe) barrado pela lei simbólica (a lei paterna). O declínio da função paterna, longe de traduzir o fim do patriarcado, significa a queda de sentido da interdição simbólica na cultura (e não do “macho”).

A identificação horizontal pode ser pensada na relação com o Um, isto é, o idêntico a si mesmo, onde o processo de segregação não é mais a exclusão social, mas a homogeneização, o gozo autístico sem interferência do Outro. Assim, o particular não mais se coordena com o universal, ou seja, o sacrifício individual (a castração simbólica) não faz sentido com o discurso do bem-estar geral da humanidade. Dito ainda de outra maneira, a homogeneidade não significa mais a participação no todo (a comunidade de seres faltantes), mas uma identificação pelo idêntico a si mesmo, que segrega não pela exclusão, mas pelo excesso de identificação: longe de sentir-se participante ativo do mundo, o sujeito sente-se mais e mais uma peça na engrenagem do consumo.

Globalização & Sintomas contemporâneos

O mercado global pode-se pensar, cria demandas estandardizadas de consumo na medida em que cria a falta ao mesmo tempo em que propõe um produto como semblante do objeto a, causa de desejo. O consumidor de drogas hoje, por exemplo, longe de buscar o traço de diferença (transgressão) evidenciado nos anos 60 e 70, atende muito mais a lógica de consumo do capitalismo. Nesta lógica, não há “excluídos” do sistema, pois todos (até mesmo o vendedor de chicletes contrabandeados no semáforo) atendem as regras do capitalismo, fazendo o capital girar o mais rápido possível. Em Proposition of  9 october 1967  Lacan já propunha que o rearranjo dos grupos pela universalização da ciência e o avanço do capitalismo conduziria as pessoas a um ‘mercado comum’, onde o imperativo da completa satisfação do desejo sustenta não mais um superego da culpa porque o sujeito fez (o possível dentro das possibilidades), mas pelo que ele não fez (a impossível totalidade das possibilidades). Comicamente, a função paterna assegurava ao sujeito a tristeza de que ele sendo Wood Allen poderia ter vencido Mike Tyson se não ‘tivesse sido impedido’ (castração), enquanto hoje o sujeito que ‘tudo pode’ sofre a angustia de ter que enfrentar Mike Tyson. Mais comicamente ainda, o sujeito (homem) sabia que existia uma distância intransponível entre ele e uma estrela de cinema (objeto velado – barramento simbólico ao objeto causa do desejo), o que gerava uma frustração e posteriormente uma sublimação/deslocamento da libido para outra atividade (casamento, filhos, trabalho etc.), enquanto o sujeito atual fica angustiado pela ‘real’ (objeto em cena – acesso imaginário ao objeto a) possibilidade de atingir o sublime objeto de desejo…

A interdição da lei simbólica sustentava no sujeito a certeza de que poderia ter feito, se não tivesse sido barrado: o resultado era um ódio que se transformava em admiração pela figura paterna. O processo de identificação horizontal contemporânea, pelo contrario não deixa alternativa ao sujeito: se ele não goza o suficiente, a culpa só pode ser dele. Este processo desloca o sintoma do plano cultural (o lugar de poder simbólico do pai na sociedade, a luta política) para a esfera do único depositário confiável do sujeito no mundo: o corpo. Da perspectiva política, a ética psicanalítica busca a reintrodução da divisão das subjetividades – a particularidade de cada um com o Real – contra uma subjetividade standard. A psicanálise está também em jogo: ou ela é capaz de subjetivar este gozo autístico do Um (onde o analista faz o papel de ligar S1 ao S 2), isto é, seja capaz de fazer o sintoma funcionar como demanda (passar pelo Outro da linguagem), dar significado ao (Real do) gozo ou será abolida como discurso: como disse Lacan em Televisão o discurso da psicanálise – fundado no não-todo (pas-tout) deve estar fora do discurso capitalista.

Na clinica psicanalítica contemporânea parece repetir-se o evento dos anos 50, quando a psicanálise teve que defrontar-se com o que era tido como seu limite, a psicose[1]. Novamente, a psicanálise parece estar se deparando com um novo limite. Da perspectiva teórica, conceitos como consciência, percepção, mente, entre outros tem sofrido ataque insistente desde os filósofos pragmatistas (Richard Rorth, por ex.), passando pelos chamados neo-cognitivistas (Dennet, Flanagan, Paul e Patrícia Churchland, por ex.) e chegando aos teóricos da psicanálise contemporânea (Jacques Alain-Miller, Slavoj Zizek). Do lado da demanda clinica, Depressão, transtornos de ansiedade (crise de pânico), estados bordelines, toxicomanias, bulimia, anorexia esperam respostas para além dos medicamentos psiquiátricos, para o papel que a psicanálise se propôs desde sua fundação, qual seja, um espaço para emergir o sujeito.

Alienação Parental

ALIENAÇÃO PARENTAL

ALIENAÇÃO PARENTAL: A CRIANÇA TROFEU NA LUTA PELA GUARDA É TAMBÉM A REPRESENTAÇÃO DO SINTOMA PARENTAL NOS CONSULTÓRIOS PSICÓLOGICOS

A síndrome de alienação parental (SAP) foi apresentada pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner, na década de 80, como um distúrbio infantil que acometeria, especialmente, menores de idade envolvidos em situações de disputa de guarda entre os pais. O autor acentua que, a síndrome consiste na prática de uma certa programação ou lavagem cerebral exercida por um dos genitores para que o filho rejeite o outro responsável (Gardner, 2001).

Muito se tem falado, atualmente, sobre esta prática e as implicações disso na relação do filho com o genitor que sofre o ataque. No entanto, nos consultórios, o que reverbera são os sintomas mais diversos que chegam à clínica encarnados no corpo da criança, mas que respondem, acima de tudo, ao desejo e aos ditos dos pais. Não por acaso, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, DSM-V, apresentou o maior número de novas formas clínicas e afetações do universo infantil de todos os tempos.

Trata-se dos tão discutidos e populares transtornos que atravancam o desenvolvimento das crianças e adolescentes nas escolas, a DDAH, o Autismo e suas contingências, as disfunções da fala, da escrita e diversos modelos de dificuldade de aprendizagem e de relacionamento que as famílias e as escolas têm experienciado de forma gritante todos os dias.

É a partir da demanda, trazida com frequência pelos pais, que pode ser encarado o modo como é constituído o sintoma na criança. De fato, levantaremos a hipótese que o sintoma é uma resposta construída a partir da angústia de um dos pais, ou dos dois, resultante da posição ideal infantil parental. Entendemos com isso a posição que leva cada um dos pais à própria castração, na ideia de uma inter‐relação entre o sintoma da criança e o dos pais que o levam para a consulta (Robert Levy, 2008).

Diante deste cenário, a SAP foi sugerida para constar no rol de categorias diagnósticas ou transtornos mentais infantis incluídos no DSM-V, uma vez que alto índice de crianças e adolescentes em sofrimento relatam sobre a disputa dos pais.

Oportunamente, e pensando no papel do psicólogo no ambiente jurídico, é tempo de chamar a atenção da sociedade para o sofrimento da criança diante dessas pressões. O filho que está sob o poder imperativo do genitor que lhe oprime, mesmo que apenas por meio de palavras, sugestões ou apelos, passa a expressar no corpo ou no comportamento aquilo sobre o que ele nada pode dizer. E é aí que surge o grande desafio para o psicólogo em seus atendimentos, principalmente, quando da elaboração de laudos e pareceres psicológicos para subsidiar a decisão judicial.

Seja nos consultórios particulares, na escola ou sob solicitação do tribunal, o terapeuta é posto numa condição delicada, entre as exigências da lei ou da escola que solicitam um diagnóstico, ou seja, uma solução para o problema e o apelo da família que demanda a cura para o sofrimento que assola a criança.
Diante disso, o profissional psicólogo é convocado a se inquietar frente ao como fazer para lidar com o tempo cronológico que exige respostas, como a produção de um relatório psicológico e, ainda assim, ter manejo para observar os fragmentos que montam o quebra‐cabeças que lhe irá possibilitar compreender as razões que têm levado, cada vez mais cedo, crianças em sofrimento a procurar ajuda profissional. No entanto, quase sempre, são sofrimentos experimentados de forma atemporal e decorrentes do modo como o casal parental lida com a separação e o que, de fato, a criança representa para este contexto familiar.

No trabalho com crianças, a pedido do tribunal ou da escola, na luta pela guarda ou dificuldade de relacionamento com o ex cônjuge, o psicólogo se depara com uma demanda obsessiva, causadora de sofrimento, expressa nas entrelinhas dos discursos apresentados pelos pais, que chegam para o atendimento em busca de ajuda para seus filhos. Esse sofrimento é, quase sempre, mediado pelo desejo dos pais, que tendem a apresentar seus filhos como verdadeiros troféus diante do embate. “O que faz então, apesar das dificuldades, a família procurar por assistência psicológica, não é a presença ou a ausência de sofrimento. Uma neurose infantil tem mais probabilidades de ser levada a tratamento quando os seus sintomas são conturbadores para o meio ambiente. Os pais deixam-se guiar na avaliação quanto à seriedade da situação pelo impacto da neurose da criança sobre eles mesmos” (ANNA FREUD, 1971).

Refletindo a partir do pensamento de Anna Freud, pode-se questionar se as escolas e os tribunais também estão sofrendo as consequências por conta da fragilidade com a qual as famílias têm constituído a dinâmica de relacionamento do casal parental e o lugar que a criança – sujeito em desenvolvimento – tem ocupado nesse processo.

E como diria, de maneira fabulosa, o poeta Belchior ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais.

Emanuela Sant’ana é psicóloga clínica formada pela Faculdade ESUDA – PE, Especialista em Psicologia Jurídica pela Faculdade Candido Mendes – AVM e Perita na vara de família no Rio de Janeiro

Transtorno de Ansiedade Generalizada

Transtorno de Ansiedade Generalizada

transtorno de ansiedade generalizada (TAG), geralmente se manifesta em indivíduos que de alguma forma obteve algum “trauma”, associou o afeto de estava solto a situações do qual anseia, teme  uma  insegurança em relação ao seu futuro. A etimologia da palavra ansiar seria esperar por algo futuro e indeciso, preocupa-se exageradamente pelo o que possa vir acontecer . O sujeito sente-se como estivesse em uma corda bamba.

Em plena contemporaneidade o sujeito recebe vários tipos de informações do qual o cérebro precisa de um certo tempo para poder abstrair. O cérebro é um órgão que possui enorme plasticidade, mas que também necessita de certo período para se adaptar aos avanços  tecnológicos, a decadência dos antigos valores, e o estado atual do capitalismo.

Muitas vezes o sujeitos perdem a bussola pelos caminhos que pareciam certos. Sujeitos assim, preocupam-se em excesso com o futuro desencadeando episódios de ansiedade que podem vir em diferentes formas – tais como ataques de pânico, fobias, ansiedade social, insônia. Segundo pesquisas mais de 50% de pessoas com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) experimentam problemas com o sono. Os músculos tornam-se mais rígidos devido a tensão, indigestão crônica e medo de falar em publico publico, onde possam ser o centro das atenções sentem, náuseas, dificuldade em elaborar ideias e interagir com novas pessoas, manter relacionamentos e progredir intelectualmente, financeiramente em suas vidas. Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

Terapia Online e Seus Benefícios: Cuidando da Mente Onde Você Estiver

Terapia Online

Nos últimos anos, a terapia online tem se tornado uma alternativa cada vez mais buscada por quem deseja cuidar da saúde mental com mais praticidade. Com o avanço da tecnologia e a necessidade de flexibilidade, esse formato ganhou destaque e, hoje, é uma realidade consolidada.

Neste artigo, a Cultex Psicologia e Psicanálise apresenta os principais benefícios da terapia online e explica por que ela pode ser uma excelente escolha para você.

O que é a Terapia Online?

A terapia online, também conhecida como atendimento psicológico à distância, é uma modalidade de psicoterapia realizada por meio de plataformas digitais, como videoconferências, chamadas de voz ou até mesmo chats, desde que sigam normas éticas e técnicas.

Vale lembrar que, segundo o Conselho Federal de Psicologia (CFP), esse tipo de atendimento é regulamentado e oferece segurança e sigilo ao paciente, assim como nas sessões presenciais.

Principais Benefícios da Terapia Online

1. Acessibilidade

Primeiramente, um dos maiores benefícios da terapia online é a acessibilidade. Pessoas que moram em regiões afastadas, têm mobilidade reduzida ou horários apertados encontram nessa modalidade uma forma viável de acesso ao cuidado psicológico.

2. Conforto e Privacidade

Além disso, fazer terapia no conforto da sua casa pode tornar o processo terapêutico mais acolhedor. Muitos pacientes se sentem mais à vontade em seu próprio ambiente, o que facilita a abertura emocional durante as sessões.

3. Flexibilidade de Horários

Outro ponto positivo é a flexibilidade. A terapia online permite conciliar os compromissos do dia a dia com a saúde mental, possibilitando agendamentos em horários alternativos ou durante intervalos no trabalho.

4. Continuidade do Tratamento

Mesmo em viagens ou mudanças de cidade, a terapia pode continuar sem interrupções. Dessa forma, mantém-se o vínculo com o profissional, promovendo constância e avanço no processo terapêutico.

5. Ampla Escolha de Profissionais

Por fim, com a terapia online você pode escolher o profissional que melhor atende às suas necessidades, sem se limitar à localização geográfica. Isso amplia as possibilidades de encontrar um terapeuta com o qual você se identifique verdadeiramente.

É a Terapia Online tão Eficaz quanto a Presencial?

Diversos estudos mostram que a terapia online é tão eficaz quanto a presencial, especialmente em casos de ansiedade, depressão, estresse e outras questões emocionais comuns. O mais importante é o vínculo entre terapeuta e paciente, que pode ser construído com qualidade em qualquer formato.

A terapia online representa uma evolução no cuidado com a saúde mental. Com seus inúmeros benefícios, ela promove acessibilidade, conforto e eficiência, sem abrir mão da ética e do acolhimento.

Se você deseja iniciar seu processo terapêutico com segurança, empatia e profissionais qualificados, a Cultex Psicologia e Psicanálise está pronta para te acompanhar — onde você estiver.

Agende sua sessão online e dê o primeiro passo para cuidar de você.